quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cooperativa de Táxi pede fiscalização contra bandalhas na Rodoviária Novo Rio Publicada em:15/02/2013 O presidente da cooperativa de táxi Novo Rio Coop, Marcos Bezerra, se reuniu na manhã desta sexta-feira (dia 15) com o Presidente da Organização das Cooperativas do Rio de Janeiro (OCB), Marcos Diaz. Em pauta, as irregularidades cometidas por táxis-bandalhas, vans e até carros particulares que faziam livremente lotadas, dando um verdadeiro nó no trânsito no entorno da Rodoviária, e, o pior, usando de cobranças indevidas, durante o período de carnaval, na Rodoviária Novo Rio. Segundo Bezerra, quem desembarcou na Novo Rio, hoje considerada uma área estratégica e de conflitos, teve uma péssima recepção na chegada à cidade: "O que se via era a prática de preços abusivos, completamente fora da resolução e da tabela determinada pela Secretaria Municipal de Transportes. É um caso de polícia. Não podemos fazer nada porque somos constantemente ameaçados por essa máfia que ronda o local. Tem muita gente envolvida nessa sujeira", desabafou. Já Marcos Diaz disse que a fiscalização é sempre positiva, principalmente nos grandes eventos: "Só assim é possível punir e tirar de circulação esses bandalheiros que mancham os motoristas profissionais que trabalham rigorosamente de acordo com as normas estabelecidas". Mas a fiscalização precisa ser mais ostensiva. Caso contrário, vamos continuar vivenciando com os mesmos problemas. O Secretário Carlos Osório esteve na rodoviária após receber várias denúncias de irregularidades cometidas por motoristas não credenciados. E chegou a apreender a licença de uma taxista da cooperativa Novo Rio Coop por estar cobrando R$ 35 por uma corrida ao Leme. Só que pela tabela da Secretaria, a cooperativa estava até dando um desconto. O preço total seria de R$ 36,40. Assim que Osório recebeu a tabela, constatou o erro e devolveu a licença para a motorista seguir viagem com o passageiro. A Novo Rio Coop, que foi criada em 2004, tem 258 carros cooperados e 45 funcionários. Para manter seus guichês na Novo Rio, é pago um aluguel de quase R$ 10 mil por mês para o consórcio que administra a rodoviária. E pelas normas da Secretaria de Transportes, os motoristas são submetidos a um rígido processo de seleção e treinamento, sendo ainda supervisionados sistematicamente pelo Conselho de Ética e Disciplina da cooperativa. "Os colaboradores deverão estar uniformizados e seus carros limpos, sem arranhões, com pneus novos e ser higienizados de seis em seis meses." Marcos Diaz informou também que outro grande problema é a falta de segurança, que continua sendo uma constante na região ao entorno da Rodoviária Novo Rio: "A presença de menores se drogando e de adultos que vivem em situação de rua também é uma ameaça aos usuários, que sofrem sem poder reagir, com a ação de marginais". Diaz também fez um alerta sobre uma prática que também se instalou na rodoviária: "O passageiro, ainda dentro da rodoviária, é abordado por um bandalheiro, que oferece a corrida por um ótimo preço. Mas só depois, na chegada ao destino, é que o cliente é informado que aquele preço é por quilômetro rodado. E acaba pagando porque é ameaçado", finalizou. Fonte: Neumar Rodrigues - Sistema OCB/RJ - SESCOOP/RJ

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